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30/08/2019 - 11h18m

CIDADANIA E JUSTIÇA

Reeducandos da Cadeia de Xambioá participam de palestra educativa e recebem atendimentos médicos

Redação

Ação contou com a participação de diversos servidores municipais da área da saúde e beneficiou cerca de 50 reeducando

A Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) trabalha para garantir o acesso adequado dos reeducandos à saúde, assim como prevê a Lei de Execução Penal. Pensando nisso, a Cadeia Pública de Xambioá realizou nesta quarta-feira, 28, uma ação de assistência à saúde para os reeducandos da unidade.

Cerca de 50 reeducandos foram beneficiados com a ação de promoção de saúde, sendo atendidos por médicos através de consultas individuais e participando de palestra educativa sobre tabagismo. Para o desenvolvimento da atividade, a unidade contou com apoio da Secretaria Municipal de Saúde, tendo a participação de diversos profissionais, sendo eles, um farmacêutico, um fisioterapeuta, um médico, um enfermeiro e um técnico de enfermagem.

De acordo com a coordenadora da equipe de saúde, a enfermeira Thayllonyra Nascimento Soares, ações como essa são realizadas periodicamente. “Nós procuramos realizar palestras educativas na área da saúde a cada 15 dias e em cada encontro um novo tema é abordado. Nesta quarta-feira optamos por tratar sobre o tabagismo, em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Fumo, 29 de agosto, com objetivo de conscientizar os reeducandos a respeito dos prejuízos do uso do tabaco”, explicou.

O diretor da unidade, Alexandre Vaz Gomes, explicou que a ação é realizada frequentement com intuito de proporcionar saúde e bem-estar aos reeducandos. “Realizamos a atividade com intuito de garantir qualidade de vida aos reeducandos através da saúde, pois mesmo privados de liberdade continuam tendo o direito a assistência à saúde”, ressaltou.

O reeducando, J.R.M, de 32 anos, relatou que ações voltadas à saúde também contribuem para o processo de ressocialização. “É muito bom participar dessas ações e receber toda a assistência médica necessária, pois dessa forma me sinto amparado pelo Estado e mais apto ao processo de ressocialização”, afirmou.

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