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27/11/2017 - 11h06m

NO ANO DE 2017

TO tem mais de 200 casos de leishmaniose em humanos; Apenas em Tocantinópolis mais de 400 animais estavam com a doença até agosto

Com informações do G1

Apenas em Tocantinópolis, por exemplo, mais de 400 animais estavam com a doença confirmada até agosto ((Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Na última semana uma dona de casa morreu com leishmaniose visceral, conhecida no Tocantins como calazar. Essa foi a segunda morte pela doença em Gurupi, mas novos casos continuam a surgir de norte a sul do estado e a população é a principal arma para evitar novas mortes. Segundo dados de 2017 da Secretaria de Estado da Saúde, até o momento 208 novos casos foram confirmados em humanos. Apenas em Tocantinópolis, por exemplo, mais de 400 animais estavam com a doença confirmada até agosto.

Em todo o ano de 2016 foram 233 confirmações. Ou seja, faltando mais de 30 dias para o término do ano, 2017 já atingiu 89,27% de todas as confirmações do ano anterior.

Além disso, neste ano já foram feitas 1.479 notificações de casos suspeitos em todo o estado. Muitos foram descartados e outros estão sendo investigados.

A doença

O calazar é uma doença transmitida pelo mosquito-palha ou birigui. Ao picar, ele introduz na circulação do hospedeiro o protozoário Leishmania Chagasi. O número da doença aumenta, geralmente, por causa do grande número de cachorros infectados. Isso porque os animais são hospedeiros da doença.

O calazar não é contagioso nem se transmite diretamente de uma pessoa para outra, nem de um animal para outro. A transmissão do parasita ocorre apenas através da picada do mosquito fêmea infectado.

Combate

O combate da doença é o mesmo para a dengue, evitar os criadouros do mosquito. Segundo os especialistas, o mosquito-palha procura depositar os ovos em locais com matéria orgânica em decomposição. Por isso é essencial deixar os quintais de casas limpos e evitar o acúmulo de entulhos.

Outro cuidado importante é com os animais com suspeita de calazar. "O que preocupa é que os proprietários não estão procurando o tratamento ou realizando a eutanásia nos animais. Ele tem essas duas opções: ou faz eutanásia para que a doença não seja transmitida, para o animal não ficar portador, ou fazer o tratamnento", explica a veterinária Camila Martins Lopes.

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