
Na tarde desta quarta-feira, 29, uma ação conjunta deflagrada pelo serviço de inteligência da Polícia Militar do Maranhão, com apoio da 1ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (1ª DEAM – Palmas) e da Delegacia de Repressão a Crimes contra Concessionárias de Serviço Público (DRCSP), resultou na prisão de um homem de iniciais J.B.S., de 40 anos, apontado como autor de um crime de estupro ocorrido em Palmas, no mês de setembro.
De acordo com o delegado Marivan da Silva Souza, a prisão ocorreu na cidade de São Luís (MA), mediante cumprimento de mandado de prisão preventiva expedido pela 1ª Vara Criminal de Palmas. O indiciado estava foragido e havia sido investigado pela Polícia Civil do Tocantins pelos crimes de estupro, roubo e furto contra uma mulher de 34 anos, crime registrado na região central da Capital, em 3 de setembro de 2025.
O crime
Durante as investigações, a 1ª DEAM apurou que, utilizando uma faca, J.B.S. abordou a vítima e a arrastou para um matagal, onde, sob grave ameaça e com extrema violência, a estuprou e roubou seus pertences. O caso gerou grande comoção em Palmas na época.
Diante da gravidade dos fatos e dos elementos colhidos durante as investigações, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva do investigado, que foi decretada pelo Poder Judiciário.
Fuga e prisão no Maranhão
Antes de ser localizado, o autor fugiu para a cidade de São Luís (MA), conforme levantamentos do setor de inteligência da Polícia Civil do Tocantins. Após troca de informações entre as polícias dos dois estados, equipes da PM-MA conseguiram localizar o paradeiro do suspeito, que estava escondido na casa da mãe.
No momento do cumprimento da ordem judicial, J.B.S. tentou fugir, pulando muros de algumas residências, mas foi capturado e apresentado à Justiça local. Ele permanecerá recolhido em uma unidade penal do Maranhão até ser recambiado ao Tocantins, onde deverá responder pelos crimes cometidos.
Declaração da Polícia Civil
O delegado Marivan da Silva Souza, da 1ª DEAM de Palmas, destacou a importância da operação. “Este caso demonstra o comprometimento da Polícia Civil do Tocantins no enfrentamento à violência sexual contra a mulher. Trabalhamos incessantemente para garantir que as vítimas tenham suas denúncias acolhidas e que os agressores sejam responsabilizados. A prisão preventiva é uma medida necessária para assegurar a segurança da vítima e o andamento das investigações”, afirmou.







Deixe o seu Comentário