A Polícia Civil do Tocantins prendeu, na noite desta quarta-feira, 18, em Paraíso do Tocantins, um homem identificado pelas iniciais S.S.O., suspeito de invadir e furtar diversos estabelecimentos comerciais durante a madrugada, além de descumprir medidas cautelares impostas pela Justiça.
A ordem judicial foi decretada após representação da autoridade policial, com base no descumprimento de medidas cautelares e na reiteração delitiva. O investigado já havia sido preso anteriormente e colocado em liberdade mediante condições impostas pela Justiça, mas voltou a praticar novos crimes poucos dias depois.
Conforme apurado, o indivíduo vinha atuando principalmente durante a madrugada, quando invadia estabelecimentos comerciais mediante arrombamento, causando prejuízos tanto pela subtração de valores e objetos quanto pelos danos estruturais, como quebra de portas e vidros. A sequência de crimes gerou prejuízos a comerciantes locais e causou indignação na população.
As investigações apontaram ainda que o suspeito possui histórico de envolvimento em crimes patrimoniais e já responde a outros procedimentos policiais, evidenciando comportamento reiterado.
Diante da continuidade das práticas criminosas, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva, a qual foi deferida pelo Poder Judiciário para garantia da ordem pública. O mandado foi cumprido por equipes da 62ª DP, com apoio da equipe plantonista da 9ª Central de Atendimento da Polícia Civil em Paraíso.
As diligências também contaram com o apoio da equipe da 61ª Delegacia de Polícia, que contribuiu com o compartilhamento de informações e o trabalho investigativo relacionado aos crimes patrimoniais ocorridos na região.
Segundo o delegado responsável pelo caso, Bruno Monteiro Baeza, a medida foi necessária diante da reincidência do investigado. “Mesmo após ser preso e colocado em liberdade com medidas cautelares, ele voltou a praticar crimes em curto espaço de tempo, demonstrando total desrespeito às determinações judiciais e à ordem pública”, destacou.
O homem foi encaminhado à unidade prisional, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.








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