A Polícia Civil do Tocantins, por meio de ação realizada por policiais civis da 14ª Central de Atendimento de Dianópolis (14ª CAPC), com apoio de investigadores da 101ª Delegacia de Polícia, prendeu, nesta segunda-feira, 15, um homem de iniciais E.S.S., de 33 anos, suspeito de invadir a residência de uma servidora pública e furtar dinheiro do interior do imóvel, naquela cidade.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o crime ocorreu na madrugada desta segunda-feira, quando a vítima estava em casa com seus familiares e percebeu que um indivíduo havia invadido a residência. Após subtrair uma quantia em dinheiro, o suspeito, que usava capuz para esconder o rosto, foi visto pela proprietária do imóvel e fugiu escalando o mesmo muro utilizado para entrar no local.
Após o registro do boletim de ocorrência, equipes da 14ª CAPC iniciaram diligências de forma ininterrupta e, com base nas características repassadas pela vítima, conseguiram identificar e prender o suspeito ainda em situação de flagrante, poucas horas depois do crime.
Conduzido à sede da 14ª Central de Atendimento da Polícia Civil, o homem foi ouvido pela autoridade policial plantonista e confessou a prática do crime, sendo autuado em flagrante por furto qualificado.
Após a adoção dos procedimentos legais cabíveis, o suspeito foi recolhido à carceragem da Unidade Penal Regional de Dianópolis, onde permanece à disposição do Poder Judiciário.
O delegado regional, Eduardo Nunes, destacou que a rápida resposta da Polícia Civil foi determinante para a pronta elucidação do caso.
“Logo após o registro do boletim de ocorrência, as equipes da 14ª CAPC passaram a diligenciar de forma contínua até que fosse possível identificar e prender o autor. A rápida solução do caso demonstra o comprometimento da Polícia Civil com a segurança e o respeito à população de Dianópolis”, ressaltou.
Apoio da Polícia Científica
O delegado regional também destacou o apoio dos papiloscopistas do Núcleo de Identificação de Dianópolis, que tiveram papel fundamental na ação.
“A célere resolução do caso contou com a imprescindível colaboração dos papiloscopistas, que coletaram impressões digitais no local do crime e realizaram o confronto papiloscópico, fortalecendo os indícios que embasaram as investigações conduzidas pela 101ª Delegacia de Polícia”, frisou.








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