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03/05/2019 - 10h43m

ATUAÇÃO PARLAMENTAR

Professor Júnior Geo cobra transparência e fiscalização quanto a Ponte de Porto Nacional

Ascom / Deputado Professor Júnior Geo

Deputado Professor Júnior Geo cobra transparência e fiscalização quanto a Ponte de Porto Nacional (Foto: Dicom/AL)

O deputado Professor Júnior Geo (PROS) utilizou a tribuna nessa quinta-feira para cobrar transparência sobre as ações relacionadas à Ponte de Porto Nacional. Segundo Geo, três meses já se passaram e não é de conhecimento púbico as ações tomadas para resolver a situação, caso existam.

Eu gostaria apenas que o governador encaminhasse a esta Casa de Leis o que está sendo feito desde o fechamento da ponte. Se foi feita uma licitação, se foi feito um laudo, o que diz o laudo, para que promovam a transparência necessária porque nós, cidadãos de origem portuense, representantes do Estado, temos que dar esclarecimento à sociedade”, destacou o parlamentar.

Fiscalização da balsa

Outro ponto cobrado foi a contagem dos carros que passam pela balsa, tendo em vista que a travessia está sendo paga pelo Estado, portanto é necessário saber quem repassa esse número para que a empresa receba o valor.

Eu fui ao ponto de atracadouro da balsa em Porto Nacional sobre o Rio Tocantins. Conversei com funcionários da empresa Pipes sobre quem é o servidor do Estado que está contabilizando a quantidade de veículos da balsa e pra minha surpresa, afirmaram que não tem ninguém, que às vezes aparece algum servidor do estado para contabilizar, mas que é muito raro”, afirmou Geo.

Para o parlamentar, se a empresa repassa ao estado o quanto deve receber e não há um acompanhamento, é preocupante o trato com o dinheiro público. “Quem está fazendo esse pagamento não é o governador, é a população. O dinheiro sai de impostos. Quem paga é a sociedade. Nós precisamos levar um pouco mais a sério o que está sendo feito ali. Reclamam que faltam recursos para a saúde pública, por isso os hospitais se encontram na situação que estão, reclamam que falta dinheiro para segurança pública, daí a dificuldade em promover concurso público com a quantidade necessária para a demanda hoje existente”, ressaltou.

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