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22/09/2021 - 19h59m

BURITI DO TO

MPF busca julgamento no Brasil para marido que matou Buritiense no Suriname

Com informações de AF Notícias

Aimar matou a Buritiense Romenia Brito, com vários golpes de faca (Foto: Arquivo pessoal)

O procurador da República no Tocantins Thales Cavalcanti Coelho instaurou um procedimento administrativo para acompanhar o trâmite penal contra Aimar Lopes de Sousa, acusado de ter matado a Buritiense Romenia Brito, na República do Suriname. Ela tinha 28 anos e foi morta em 23 de novembro de 2020.

O membro do Ministério Público Federal (MDF) ainda solicitou à Secretaria de Cooperação Internacional da Procuradoria-Geral da República para que avalie a possibilidade de se requerer à República do Suriname a transferência do procedimento penal ao Brasil.

De acordo com o procurador, há indícios de que Aimar pode ser solto a qualquer momento, “em razão de suposta desídia das autoridades locais, que teriam paralisado as investigações”

Thales Cavalcanti afirma que o processo contra o acusado ainda está na fase de coleta de depoimentos de testemunhas, mas devido à pandemia no país, os testemunhos foram adiados e não há previsão de nova data para serem realizados.

Aimar está detido cautelarmente no presídio Huis Van Bewaring, localizado em Santo Boma, distrito de Paramaribo, desde novembro de 2020.

O CRIME

Romênia Brito tinha 28 anos e era natural de Buriti do Tocantins  (Foto: Arquivo Pessoal)

Romenia Brito, 28 anos, foi morta com vários golpes de faca no dia 23 de novembro de 2020, na República do Suriname, em uma vila que fica às margens do rio Lawa, na fronteira da Guiana Francesa com Suriname.

O assassinato aconteceu durante a madrugada e teria sido presenciado pelo filho mais velho da vítima, que tinha 10 anos na época. A motivação para o crime teria sido uma suposta traição. A população do povoado ficou revoltada com o crime e tentou linchar o Txuca. A polícia evitou e prendeu o homem.

Depois de 15 dias do assassinado, o corpo da brasileira foi liberado pelo Instituto Médico Legal de Paramaribo, capital do Suriname. Natural de Buriti do Tocantins, ela morava fora do país há 12 anos; saiu do Brasil com apenas 16 anos de idade.

OUTROS CRIMES

Segundo o procurador, Aimar, que também é brasileiro, já foi investigado em outro crime de homicídio, em Imperatriz (MA); e respondia a uma ação penal na Justiça de Roraima, pela prática do crime de estelionato, mas foi extinta em razão da prescrição.

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6 Comentário(s)

  • Zaniele | 24/09/2021 | 22:08 Tem que pagar pelo que ele fez, que a justiça seja feita ninguém tem o direto de tirar a vida do outro.
  • Valdaires Pereira Jardim | 24/09/2021 | 08:17 Tem quer pagar mesmo cadeia e pouco pra ele..
  • Luana Gonzaga da conceição | 24/09/2021 | 06:43 Que a Justiça seja feita, e que ele posso pagar por esse crime tão bárbaro. ???????????????? já se passaram 10 meses e esse canalha tem que ser julgado.
  • Maria do Socorro | 23/09/2021 | 08:17 Ele tem que pagar pelo crime brutal que ele cometeu com essa mulher nenhum ser humano merece morrer em tal situação como ela morreu ele tem que pagar
  • Antonia Vasconcelos | 23/09/2021 | 08:07 Se é pra ter justiça esse homem merece no mínimo. No mínimo apodrecer na cadeia muita crueldade o que ele fez
  • Anny sousa | 23/09/2021 | 08:00 As autoridades brasileiras tem q fazer algo mesmo porq aq e bem capaz dele ser solto moro no local onde tudo aconteceu estava com ele na mesma madrugada , se eu soubesse o q ele estava planejando jamais teria deixado ela , ele é um verdadeiro monstro frio sem nenhum arrependimento dera pra ter deixado à população fazer o mesmo com ele porq o dia q ele for solto cometi crime novamente
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