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26/04/2013 - 15h51m

Exames de DNA marcam atendimentos da Defensoria Pública no Parlamento Popula

Redação

      Atendimento com celeridade e garantia dos direitos do cidadão. Essas foram as marcas da Defensoria Pública do Tocantins, durante os dois dias de atendimento na 1ª edição do Projeto Parlamento Popular, realizado na cidade de Araguatins, na região do Bico do Papagaio.

      Conforme a Defensoria, quatro defensores públicos, além da equipe composta por assistente social, analistas jurídicos, assessores e técnicos garantiram o atendimento a mais de 130 pessoas, sendo que 73 delas estavam em busca de informações sobre aposentadorias, pensão alimentícia, regularização de imóveis, divórcio, entre outros conflitos e 58 coletas para a investigação de paternidade.

      O defensor público geral do Estado, Marlon Costa Luz Amorim, que participou do evento, afirmou que o Parlamento Popular converge com a filosofia da Defensoria Pública. “O Parlamento Popular é uma forma de aproximar a comunidade do legislativo; de mostrar e conhecer a realidade e buscar soluções para os problemas do nosso Estado e da população. E participando de um projeto como este, estamos também informando, atendendo e garantindo o acesso dos necessitados à justiça”, ressaltou.

      E foi em busca de justiça que muitos moradores de Araguatins e região foram até o espaço destinado à Defensoria Pública, na Praça dos Pioneiros. Entre eles estava o lavrador Manoel dos Santos, 45 anos, que solicitou o exame gratuito de DNA para comprovar se uma moça de 30 anos era realmente sua filha. “Eu não tinha conhecimento desse exame; um vizinho me contou, e como não tinha que pagar nada, vim aqui pra comprovar se tenho mesmo uma filha, e se for mesmo tenho que dar meu nome a ela”, contou.

      A lavradora Maria Luiza Cardoso, atualmente residindo no Rio Grande do Norte, quando soube dos atendimentos não hesitou em buscar ajuda de um Defensor Público. “Há anos compramos um terreno e construímos uma casa para minha mãe, só que o dono do terreno, um primo meu, não passou a escritura, e agora queremos regularizar tudo, e tenho fé na Defensoria Pública. Toda vez que preciso, é só ir lá e receber orientação dos doutores”.

      Nesta primeira edição, participaram do evento os defensores públicos Cláudia de Fátima Brito, Viviane Lúcia Costa, Gidelvan Silva e Maria Sônia da Silva prestando atendimento. A Defensoria Pública já confirmou a participação em todas as edições, sendo que a próxima será na cidade de Gurupi, no mês de junho.

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