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12/05/2022 - 15h28m

DE DEDÉ PARA DEDÉ

Dedé, do Tocantinópolis, conhece ídolo do Athletico, relembra apelido e lamenta por não trocar camisas

Dedé, do Furacão, já havia prometido a camisa para um outro atleta do Tocantinópolis. O defensor do time tocantinense foi presenteado com a de Cuello.

Dedé, do Tocantinópolis, conhece ídolo do Furacão (Foto: SporTV/Reprodução)

O mundo da bola proporcionou a realização de um sonho para o defensor Nalberth Mamede Coelho, do Tocantinópolis, na noite desta terça-feira (10), na Arena da Baixada, em Curitiba. O defensor, que leva o apelido de Dedé, conheceu, após o revés de sua equipe por 4 a 0 para o Furacão, o ídolo que deu origem ao "Dedé", ainda na base do Moto Club-MA, em 2014. Após o encontro, o defensor do time tocantinense só fez uma reclamação: "Infelizmente quando fui pedir a camisa, ele já tinha passado para outro atleta".

O encontro aconteceu na área de entrevistas, quando Dedé, do Tocantinópolis, era entrevistado pela reportagem do SporTV. Após a primeira pergunta, o repórter Thiago Ribeiro chamou o ídolo Dedé, que foi contratado, pelo Furacão, nesta temporada.

- Repórter: Dedé, queria que você fizesse uma análise dessa ótima campanha do Tocantinópolis, a apesar desses 4 a 0, acho que vocês saem com orgulho aqui da Arena da Baixada?

- Dedé (Tocantinópolis): a campanha foi boa. A gente sabia que seria uma campanha difícil. Pegamos a terceira fase, encontramos um time de Série A. Um time grande como é o Athletico-PR. Mas a gente fez o nosso jogo, mas infelizmente o resultado não foi o que a gente quis.

- Repórter: Dedé, vou chamar o outro Dedé aqui também. Dedé (Athletico-PR), primeiro, acha parecido?

- Dedé (Athletico-PR): uma honra!

- Repórter: apelido por tua causa!

- Dedé (Athletico): é uma honra ter pessoas que usam esse apelido de Dedé, porque meu nome é Anderson [Anderson Vital da Silva], não tem nada a ver com Dedé.

Em contato com o ge nesta quarta-feira, Dedé, do Tocantinópolis, confirmou que o apelido surgiu por causa do ídolo, que, à época defendia as cores do Vasco da Gama.

Eu estava na base do Moto Club, aí como meu nome ficava difícil de pronunciar no jogo, eles colocaram esse apelido [Dedé]. Isso por causa das características que tenho com ele, aí ficou. Esse encontro com ele foi uma cosia que eu não estava esperando. É uma referência para mim, sou muito fã. Acompanhei todo o sofrimento dele com as lesões. Levo como exemplo de vida. Mesmo com todas as dificuldades, não desistiu. Foi uma satisfação. Conversei com ele e tirei foto", disse Dedé.

O defensor da equipe tocantinense lamentou por não ter feito a troca de camisas. Segundo ele, quando foi pedir a camisa, o reforço do Furacão já havia prometido para outro atleta do Tocantinópolis.

- Mas consegui pegar a do Cuello. Ele já tinha me prometido no primeiro jogo, aí ontem após a partida ele veio e me entregou – finalizou.

O Tocantinópolis se despediu da competição na terceira fase e com R$ 3,2 milhões nos cofres. Com a conquista do Tocantinense 2022, o time já tem vaga garantida na Copa do Brasil 2023.(ge)

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