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27/01/2018 - 19h55m

APÓS APELOS

Cúpula do MDB se reúne e Marcelo Miranda aceita disputar eleição

Redação

Após apelos, Marcelo Miranda aceita disputar reeleição

A reunião de lideranças do MDB aconteceu na manhã deste sábado, 27, em Palmas. Primeiro a cúpula se reuniu a portas fechadas, só depois foi realizada composição do palanque. Poucos secretários de Governo participaram, os que estiveram presente, apenas passaram e saíram ainda antes do discurso do Governador Marcelo Miranda. A vice-governadora, Cláudia Lélis (PV), esteve presente e compôs a mesa. A deputada federal e também primeira-dama, Dulce Miranda, não compareceu.

O encontro atendeu a convocação do presidente estadual do partido, Derval de Paiva, em que falou sobre a importância de traçar as definições nesse momento. “Nós precisávamos deixar claro que não fechamos portas, na verdade abrimos janelas, ou seja, possibilidades de composições importantes. Em função da reforma política que pode forçar uma diminuição de partidos. Para passar no crivo vai ser preciso que o partido tenha 5% de votação em 9 Estados do País. E isso configura um novo cenário político para compor essa chapa”, comenta.

Ainda segundo Derval de Paiva, esse momento foi de dar a largada, na corrida eleitoral de 2018. “Demos o primeiro passo. Todos os partidos de representatividade no Estado querem compor candidatura própria. Já foram ventilados os possíveis candidatos ao Governo, como pelo PT, deputado estadual Paulo Mourão, ainda temos o nome da senadora Kátia Abreu que ainda deve definir o seu partido, no PSDB o senador Ataídes, o PR com Ronaldo Dimas e PSB com Carlos Amastha. E como PMDB (MDB), nunca deixou de participar de uma eleição, com candidatura própria. O que decidimos é que vamos mais uma vez”, disse Derval.

Derval não descartou a aliança com partidos que já foram adversários, que isso pode acontecer no intuito de somarem forças nesse pleito. Mas explicou que isso ainda não determinado e que só depois de conversas mais concretas vai ser possível falar sobre isso. “Nós estamos de portas abertas para conversar”, ressaltou.

A definição do nome do governador Marcelo Miranda (MDB), foi o grande momento esperado durante a reunião. Em seu discurso o gestor deixou claro que não tinha como deixar de atender orientação/decisão do partido e que não ia fugir da responsabilidade.

Ainda em seu discurso rebateu às críticas que tem enfrentado entre os políticos, como a senadora Kátia Abreu (sem partido) e o prefeito Carlos Amastha (PSB). “O Tocantins tem um milhão e quinhentos mil habitantes, por três vezes, somando os votos, eu tive um milhão e trezentos mil votos. Será que esses eleitores não tem condições de analisar e refletir sobre o que querem?”, e ainda falou sobre os ataques “ontem eu fui atacado por uma ex-companheira de política. Eu entreguei pra ela (Kátia Abreu) a Secretaria de Educação, mas ontem eu fui atacado por ela. O prefeito, respeitando a ausência dele, nos agride, me chama de cara de pau. A grande verdade é que eu não vou baixar no nível. A grande verdade é que nós somos daqui. Aqui estamos reunidos com lideranças dos 139 municípios. Eu tenho certeza que se for feita uma reunião lá do outro lado, não vai ter nem 20 municípios”, comentou.

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