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20/09/2019 - 11h07m

NA TRILHA DO ROCK

Com nome inspirado em Elvis Presley, jovem se divide entre arbitragem e trabalho de gari em Luzinópolis

Helves Presley atua como assistente da Federação Tocantinense de Futebol (FTF) e concursado no cargo de gari na Prefeitura de Luzinópolis

Pelo o que eu sei é que foi através das revistas e do rádio que ela [Madalena Rodrigues – mãe] colocou esse nome [Helves Presley]”. A declaração é de Helves Presley, 27 anos, assistente de arbitragem do futebol profissional no Tocantins, e gari concursado na Prefeitura de Luzinópolis. Segundo o assistente, a mãe era fã do primeiro astro do rock mundial - morto em 1977- e por esse motivo tentou registrar o filho com o mesmo nome, porém, com pequenas diferenças na escrita.

- Não sei muito sobre a parte do cartório, acho que minha mãe foi registrar e só levou anotado em um papel ou coisa assim. E no momento não sei como foi colocado a letra 'H', acho que foi o pessoal do cartório que colocou essa letra mesmo, junto com a letra 'E', daí ficou Helves. Pelo o que eu sei é que foi através das revistas e do rádio que ela colocou esse nome – explica Helves Presley, que nasceu em Ananás.

Identidade de Helves Presley (Foto: Helves Presley/Arquivo Pessoal)

A mãe do assistente, dona Madalena Rodrigues, confirma a história que foi através do rádio a ideia de registrar o filho de Helves Presley.

- Eu ouvia falando o nome [Elvis Presley] no rádio e achava muito bonito e gostava das músicas. Foram eles [cartório] lá que colocaram, eu falei que queria o nome de Elvis Presley –afirma dona Madalena Rodrigues.

Apesar da mãe ser fã, Helves diz que nunca pesquisou sobre o primeiro astro do rock mundial.

- Eu não sei nada de Elvis Presley, só ouvi falar, mas nunca pesquisei. Eu não sou fã dele, de vez em quando até ouço algumas músicas em alguns lugares, mas nunca parei para ouvir muito. Eu nem cheguei a conversar muito com a minha mãe sobre, porque foi ela que registrou. Não tenho muito o que falar do meu nome.

Helves Presley está na arbitragem tocantinense desde 2014, e é concursado no cargo de gari há dois anos. Na carreira de assistente ele sonha alto.

Trio de arbitragem antes de jogo pelo Tocantinense; Helves Presley (dir) (Foto: Arquivo pessoal)

- Olha, sonhar até a gente sonha. Mas até chegar nesse nível de CBF, FIFA é muita luta, muita luta mesmo. Porém, é sofrendo que se conquista, apesar das dificuldades que para cá são muitas, temos o exemplo do Fabio Pereira, que conseguiu chegar a FIFA. Mas eu sei que ele enfrentou muitas dificuldades para chegar onde ele chegou, então acho que com o passar do tempo, a gente agarra as oportunidades - conclui. (GloboEsporte.com)

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