
A Polícia Civil do Tocantins, por intermédio da 9ª Delegacia de Polícia Civil de Praia Norte, cumpriu na manhã desta quarta-feira, 6, mandado de prisão preventiva contra um homem de iniciais J.C.A.S., de 47 anos, suspeito de executar a tiros Wagner de Araújo Picancio. O crime ocorreu no dia 2 de abril de 2026, no povoado Alto Bonito, zona rural do município.
De acordo com as investigações, por volta das 18h do dia do crime, o suspeito utilizou um revólver calibre 38 para efetuar quatro disparos contra a vítima. Wagner não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
O caso causou forte repercussão na comunidade rural de Praia Norte pela violência da ação criminosa. As investigações da Polícia Civil apontaram ainda que o homicídio teria sido praticado por motivo fútil e mediante recurso que impossibilitou qualquer chance de defesa da vítima.
Após o crime, equipes da 9ª Delegacia de Praia Norte iniciaram diligências e conseguiram identificar rapidamente o autor. Diante das provas reunidas, a delegada Daniela Caldas, responsável pelo caso, representou pela prisão preventiva do investigado e também por mandado de busca e apreensão na residência dele.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais civis localizaram e apreenderam uma espingarda calibre 16 e dois cartuchos intactos do mesmo calibre. No entanto, o revólver usado no homicídio ainda não foi encontrado.
Após ser preso, o homem foi encaminhado para a 3ª Central de Atendimento da Polícia Civil, em Araguatins. Depois da realização dos procedimentos legais, ele foi recolhido à Cadeia Pública, onde permanece à disposição da Justiça.
A delegada Daniela Caldas destacou que a prisão representa uma resposta firme da Polícia Civil no combate aos crimes violentos registrados no Bico do Papagaio.
“A Polícia Civil do Tocantins atua de maneira firme e incansável no combate aos crimes graves, especialmente homicídios praticados com extrema violência e crueldade. As investigações apontam que, após efetuar vários disparos contra a vítima, o autor ainda realizou um tiro de execução na região da cabeça, evidenciando a brutalidade da ação criminosa”, ressaltou a delegada.






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