
O homem de 32 anos investigado por estupro de vulnerável contra uma criança de seis anos, em Praia Norte, no Bico do Papagaio, se apresentou a uma guarnição da Polícia Militar na noite desta quinta-feira (13), em Axixá do Tocantins.
O investigado era procurado desde o último sábado (8), quando ocorreu o crime no Povoado Jatobá, zona rural de Praia Norte. Desde então, equipes da Polícia Civil realizaram buscas e diligências em diferentes localidades e áreas rurais para localizar o homem.
De acordo com a Polícia Civil do Tocantins, a intensificação das buscas e o estreitamento do cerco contribuíram para reduzir as possibilidades de o investigado permanecer escondido. Diante da continuidade das diligências, ele decidiu se apresentar à Polícia Militar em Axixá.
Prisão preventiva foi cumprida
Após a apresentação, o homem foi encaminhado pelos policiais militares à Central de Flagrantes de Araguatins, onde foi apresentado à equipe plantonista da Polícia Civil.
Na unidade, a delegada responsável pelo plantão e também pela investigação do caso formalizou o cumprimento do mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
Após os procedimentos legais, o investigado permanece à disposição da Justiça.
População colaborou com as buscas
A Polícia Civil destacou a importância da colaboração da população durante as buscas. Informações repassadas por moradores ajudaram as forças de segurança a ampliar o alcance das diligências e a verificar possíveis locais onde o investigado poderia estar.
Segundo a corporação, a participação da sociedade reforça a importância da parceria com as forças de segurança pública, especialmente na apuração de crimes graves praticados contra crianças e adolescentes.
Investigação continua
O caso ocorreu no dia 8 de agosto, no Povoado Jatobá, zona rural de Praia Norte. O inquérito policial continua sob responsabilidade da equipe que conduz a investigação.
A Polícia Civil informou que serão realizadas as demais diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos.
Com o cumprimento do mandado de prisão preventiva, o investigado permanece à disposição do Poder Judiciário.





