Para enfatizar a importância de cuidar do outro nos aspectos físicos, emocionais e mentais, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) promoveu para os servidores do Hospital Regional de Augustinópolis (HRAug) uma programação especial em alusão ao Setembro Amarelo. Com a temática “Todos pela Vida”, a ação coordenada pelo Núcleo de Atenção e Segurança de Saúde do Trabalhador (NASST) propôs momentos de reflexão e aprendizado que fortalecem a humanização no trabalho e o olhar atento para a vida em todas as suas dimensões.
Durante todo o mês, a unidade hospitalar realizou ações de conscientização e alertou servidores e profissionais sobre o cuidado com a saúde mental. Frases como “não julgue, entenda, tenha coragem, tenha empatia” levaram os participantes à reflexão por meio de panfletos distribuídos na campanha.
“O tema ‘Todos pela Vida’ nos lembra do quanto é essencial cuidarmos uns dos outros não apenas no aspecto físico, mas também no emocional. A vida é o bem mais precioso que temos, e a valorização dela deve ser um compromisso coletivo. Como instituição de saúde, temos o dever de acolher, ouvir e apoiar não apenas nossos pacientes, mas também cada servidor que faz parte desta grande família que é o HRAug. O Setembro Amarelo nos convida a refletir, a conversar e a derrubar barreiras do silêncio, para que possamos construir juntos um ambiente de cuidado, respeito e esperança”, destacou o diretor administrativo da unidade hospitalar, Marcos Bueno.
Para falar sobre o tema, a psicóloga Emanuelle de Jesus Silva ministrou palestra e ressaltou: “Quanto mais fortalecidos estivermos, melhor poderemos cuidar de quem precisa de nós. A ação é fundamental, porque todos os dias cuidamos de outras pessoas, mas precisamos lembrar que a nossa vida também é importante. Essa campanha é um convite para olhar para nós mesmos, reconhecer nossos limites, pedir ajuda quando necessário e apoiar o colega ao lado”.
“Que alegria foi participar desse momento hoje. Foi acolhedor, emocionante, um afago para o coração. Temos um cotidiano tão corrido e, quando temos esse tempo de qualidade para ser acolhidos, a gente se sente amado, abraçado e que importamos”, afirmou o enfermeiro Edilon Medrado Silva.








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